sábado, 12 de agosto de 2017

Alimentos low carb



Venho assistindo os vídeos do Dr Juliano e da Drª Carolina Pimentel (Pimed). Gostei. Principalmente, porque os vídeos trazem orientações que já sigo e que fazem parte da minha rotina diária... como o café sem açúcar, hábito este que adotei há mais de dez anos, mas confesso que sempre "escorrego" em algumas outras "gordices".

Esta semana, indo para o meu trabalho, passei por uma experiência complicada. Perdi a direção do meu carro que derrapou na areia. Não acelerei nem freei, mas instintivamente, acabei virando o volante muito rápido para a direita e depois para a esquerda. Não consegui manter o carro em linha reta. Estava sem controle, parecia não ter contato com o solo. Sai da estrada indo para o terreno ainda mais irregular do canavial. Resultado: O carro acabou capotando, virou três vezes e parou com os pneus para cima. Tirei o cinto e tentei sair do carro. A porta não abria. Sai sozinha, pela porta do passageiro. O carro estava destruído.

Um motorista parou para me ajudar. Alguns canavieiros que trabalhavam ali por perto também vieram me socorrer. Não me machuquei. Eu estava bem, sem qualquer ferimento, então ajudei eles a desvirarem o meu carroTiramos alguns objetos de dentro do carro. Bolsa, papéis, uniforme. Minha garrafa de café intacta por fora, mas esmiuçada por dentro. Cenoura, batata, carne.. espalhadas pelo carro, tupperwares vazias

"...eram apenas duas pequenas porções, mas espalharam-se pelo carro como se fossem muito mais"

Estava aproximadamente, a 300 metros do meu trabalho. As pessoas que viram o acidente ligaram para o Corpo de Bombeiros (que chegou rapidamente)Logo, meus amigos e colegas de serviço também chegaram até o local do acidente e me ajudaram chamando o guincho e me orientando quanto as providencias imediatas em relação ao conserto do carro e quanto a me certificar que, realmente, eu estava bem física e emocionalmente. O que constatamos lá mesmo no local do acidente: o pneu dianteiro, do lado do passageiro, furou. Quebrei uma unha. Fiquei com uma pequena marca do cinto de segurança no pescoço. Meu carro não tinha seguro.

Minha mãe e irmãos me deram grande apoio e passaram o resto do dia comigo, me auxiliando 100% em tudo que precisei para deixar o conserto do meu carro encaminhado. E, meu irmão deixou o carro dele comigo até que o meu fique pronto. Sei que foi me dado nova oportunidade de continuar por aqui... Dentre todas as promessas e resoluções que se faz quando se vê a morte de pertinho resolvi adotar, de vez, uma alimentação saudável. =D

Cortar os carboidratos pode ter vários benefícios impressionantes. Mas quais são os melhores alimentos low carb?

Para quem ainda não sabe, pesquisas mostram que reduzir o consumo de carboidratos pode reduzir significativa os níveis de fome. Isso tende a levar à perda de peso “automática”, sem a necessidade de contagem de calorias. Pelo menos 23 estudos mostraram que dietas de baixo teor de carboidratos geralmente causam mais perda de peso do que dietas de baixo teor de gordura, às vezes até 2-3 vezes mais.

Cortar carboidratos também pode ter inúmeros outros benefícios para a saúde metabólica. Isso inclui uma redução no nível de açúcar no sangue, pressão arterial e triglicérides, entre outros.

Felizmente, comer low carb não precisa ser complicado. Basta basear sua dieta em torno de alimentos de verdade que são baixos em carboidratos. Confira os melhores alimentos low carb. Não deixe de ler e compartilhar. 

Melhores alimentos low carb 


Entenda quais são os melhores alimentos pobres em carboidratos. No entanto, tenha em mente que alguns desses alimentos são ricos em fibras, por isso, às vezes, a quantidade de carboidratos digestíveis (“líquido”) é ainda menor. 

1. Ovos 

Os ovos estão entre os alimentos mais saudáveis e mais nutritivos do planeta. Eles são carregados com todos os tipos de nutrientes, incluindo importantes nutrientes cerebrais e compostos que podem melhorar a saúde ocular. Carboidratos: quase zero. 

2. Carnes 

Todos os tipos de carne estão perto de zero carboidrato. Uma exceção são os órgão, como o fígado, que é cerca de 5% carboidratos. 

3. Carne de vaca 

Carne é altamente saciante e rica em nutrientes importantes como ferro e B12. Existem dezenas de diferentes tipos de carne bovina, de bife a carne moída. Carboidratos: zero. 

4. Cordeiro 

Como carne de vaca, a carne de cordeiro contém inúmeros nutrientes benéficos, incluindo ferro e B12. O cordeiro é frequentemente alimentado com erva, e tende a ser rico em um ácido gordo benéfico chamado ácido linoleico conjugado. Carboidratos: zero. 

5. Frango 

A galinha é uma das carnes mais populares do mundo. É rica em muitos nutrientes benéficos, e uma excelente fonte de proteína. Carboidratos: zero. 

6. Carne de porco, incluindo bacon 

A carne de porco é um outro tipo delicioso de carne, e o bacon é um alimento favorito de muitas pessoas em low-carb. 

Bacon é uma carne processada,no entanto, é geralmente aceitável comer quantidades moderadas de bacon em uma dieta baixa em carboidratos. Basta comprar o seu bacon localmente, sem ingredientes artificiais, e certifique-se de não queimar seu bacon ao cozinhá-lo. Carboidratos: zero. Mas leia o rótulo e evite bacon que é curado com açúcar. 

Outras carnes com baixo teor de carboidratos: 

Peru; 
Vitela; 
Carne de veado. 

7. Peixe e frutos do mar 

Peixes e outros frutos do mar tendem a ser incrivelmente nutritivos e saudáveis. Eles são particularmente ricos em B12, iodo e ácidos graxos omega-3, nutrientes que muitas pessoas não recebem o suficiente na alimentação. Como a carne, praticamente todos os peixes e frutos do mar contém nenhum carboidrato. 

Salmão 

 

O Salmão É Um Alimento Low Carb

O salmão está entre os tipos mais populares de peixes entre indivíduos que procuram melhorar a saúde, por uma boa razão. Ele é um tipo de peixe gordo, o que significa que contém quantidades significativas de gorduras saudáveis para o coração, neste caso os ácidos graxos omega-3. Salmão também é rico em B12, iodo, e contém uma quantidade significativa de vitamina D3. Carboidratos: zero. 

Truta 

Como o salmão, a truta é um tipo de peixe gordo que é rico em ácidos graxos omega-3 e outros nutrientes importantes. Carboidratos: zero. 

8. Sardinha 

Sardinhas são peixes oleosos que são geralmente comidos quase inteiros, com ossos e tudo. Sardinhas estão entre os alimentos mais nutritivos, e contêm quase todos os nutrientes que o corpo humano precisa. Carboidratos: zero. 

9. Crustáceos 

É uma pena que o marisco raramente faz parte da alimentação das pessoas. Entretanto, estão entre os alimentos mais nutritivos do mundo, e contêm pequenas quantidades de carboidratos. Carboidratos: 4-5 gramas de carboidratos a cada 100 gramas de marisco. 

Outros peixes e frutos do mar low carb: 

Camarão; 
Lagosta; 
Arenque; 
Atum; 
Bacalhau; 
Linguado. 

Legumes 

A maioria dos vegetais são baixos em carboidratos. Folhas verdes e vegetais crucíferos são particularmente baixos, com a maioria dos carboidratos neles consistindo de fibra. Por outro lado, legumes com amido, como batatas, são ricos em carboidratos. 

10. Brócolis 

O brócolis é um vegetal crucífero saboroso que pode ser comido cru ou cozido. É rico em vitamina C, vitamina K e fibra, e também contém compostos que ajudam a combater o câncer. Carboidratos: 7 gramas a cada 100 gramas. 

11. Tomates 

Os tomates são tecnicamente frutas, mas são geralmente consumidos como legumes. Eles são ricos em vitamina C e potássio. Carboidratos: 4 gramas a cada 100 gramas. 

12. Cebolas 

 

Cebola É Um Alimento Low Carb 

As cebolas são deliciosas e adicionam sabor às receitas. Elas são ricos em fibras, antioxidantes e vários compostos anti-inflamatórios. Carboidratos: 9 gramas a cada 100 gramas.

13. Couve de Bruxelas 

As couves-de-bruxelas são vegetais altamente nutritivos, relacionados ao brócolis e à couve. São muito ricos em vitamina C e vitamina K, e contêm inúmeros compostos de plantas benéficas. Carboidratos: 7 gramas a cada 100 gramas. 

14. Couve-flor 

A couve-flor é um vegetal saboroso e versátil que pode ser usado para fazer todos os tipos de coisas interessantes na cozinha. É rico em vitamina C, vitamina K e folato. Carboidratos: 5 gramas a cada 100 gramas.

15. Couve 

A couve é um vegetal muito popular entre os indivíduos saudáveis. É carregado com fibra, vitamina C, vitamina K e antioxidantes. Por isso, possui inúmeros benefícios para a saúde. Carboidratos: 10 gramas a cada 100 gramas. 

16. Berinjela 

Berinjela é outra fruta que é comumente consumida como um vegetal. Ela possui usos interessantes na alimentação e é rica em fibras. Carboidratos: 6 gramas a cada 100 gramas. 

17. Pepino 

Pepino é um vegetal popular com um sabor suave. Consiste principalmente de água, com uma pequena quantidade de vitamina K. Carboidratos: 4 gramas a cada 100 gramas. 

18. Pimentões 

Os pimentões são muito ricos em fibra, vitamina C e antioxidantes. Carboidratos: 6 gramas a cada 100 gramas. 

19. Aspargo 

Aspargo é um vegetal rico em fibra, vitamina C, folato, vitamina K e antioxidantes. Também é muito rico em proteínas em comparação com a maioria dos vegetais. Carboidratos: 2 gramas a cada 100 gramas. 

Outros legumes de baixo teor de carboidratos 

Aipo; 
Espinafre; 
Abobrinha; 
Acelga; 
Repolho. 

Com a exceção de vegetais de raiz amiláceos, praticamente todos os vegetais são pobres em carboidratos. 

Frutas 

As frutas são saudáveis, mas nem sempre são indicadas para uma alimentação low carb. Isso porque a maioria das frutas tendem a ser ricas em carboidratos em relação aos vegetais. No entanto, isso não se aplica a frutas gordurosas como abacates ou azeitonas. Frutas com baixo teor de açúcar, como morangos, também são excelentes. 

20. Abacate 

O abacate é um tipo único de fruta. Em vez de ser rico em carboidratos, ele é rico em gorduras saudáveis. Os abacates também são extremamente ricos em fibras e potássio, e contém quantidades decentes de todos os tipos de outros nutrientes. Carboidratos: 8,5 gramas a cada 100 gramas. Tenha em mente que a maioria (cerca de 78%) dos carboidratos no abacate são fibras. 

21. Azeitonas 

A azeitona é outra fruta deliciosa com alto teor de gordura. É muito rica em ferro e cobre, e contém vitamina E. Carboidratos: 6 gramas a cada 100 gramas. 

22. Morangos 

 

Morango É Uma Fruta Low Carb 

Morangos estão entre as frutas mais pobres em carboidratos. Eles são muito ricos em vitamina C, manganês e vários antioxidantes. Carboidratos: 8 gramas a cada 100 gramas. 

23. Damascos 

Cada damasco contém pouco carboidrato, mas muita vitamina C e potássio. Carboidratos: 11 gramas a cada 100 gramas.

Outros frutos low carb: 

Limões; 
Kiwi; 
Laranjas; 
Framboesas. 

Nozes e sementes 

Nozes e sementes são muito populares em dietas de baixo teor de carboidratos. Eles são ricos em gordura, fibras, proteínas e vários micronutrientes.

24. Amêndoas 

Amêndoas são incrivelmente saborosas. Elas são ricas em fibra, vitamina E e estão entre as melhores fontes do mundo de magnésio. Além disso, as amêndoas podem ajudar promover a perda de peso. Carboidratos: 22 gramas a cada 100 gramas. 

25. Nozes 

As nozes são ricas em ácido graxo omega-3. Carboidratos: 14 gramas a cada 100 gramas. 

Gorduras e óleos 

Existem muitas gorduras e óleos saudáveis que são aceitáveis em uma alimentação low carb e baseada em alimentos de verdade. Apenas certifique-se de evitar óleos vegetais refinados como óleo de soja, óleo de milho e outros. 

26. Manteiga 

Uma vez demonizada pelo alto teor de gordura saturada, estudos têm mostrado que a manteiga é na verdade um alimento saudável quando consumido sem exageros. Carboidratos: zero.

26. Azeite Extra Virgem 

O azeite virgem é outro exemplo de gordura saudável. É rico em antioxidantes poderosos e compostos anti-inflamatórios, e tem benefícios impressionantes para a saúde cardiovascular. Carboidratos: zero. 

28. Óleo de coco 

Óleo de coco é uma gordura muito saudável, carregado com ácidos graxos de cadeia média que têm poderosos efeitos benéficos sobre o metabolismo. O consumo de óleo de coco pode reduzir o apetite e aumentar a queima de gordura. Carboidratos: zero. 

Bebidas 

A maioria de bebidas sem adição de açúcar são perfeitamente aceitáveis na alimentação low carb. 

29. Água 

A água, óbvio, é a melhor opção de bebida, não importa qual é o estilo de alimentação que você segue. Carboidratos: zero. 

30. Café 

O café é uma das melhores fontes de antioxidantes na dieta, beber café diminui o risco de várias doenças graves, incluindo diabetes tipo 2, doença de Parkinson e Alzheimer. Apenas certifique-se de não adicionar nada insalubre ao seu café, como açúcar. Carboidratos: zero. 

31. Chá 

Chá, especialmente chá verde, possui vários tipos de benefícios de saúde impressionantes. Também pode aumentar a queima de gordura ligeiramente. Carboidratos: zero. 

Outros 

32. Ervas, especiarias e condimentos 

Há uma infinita variedade de deliciosas ervas, especiarias e condimentos que você pode comer. A maioria deles é muito baixa em carboidratos, como sal, pimenta, alho, gengibre, canela, mostarda e orégano. Como você pode perceber, a alimentação low carb se baseia em alimentos saudáveis e de verdade. 


fonte



https://drjulianopimentel.com.br/artigos/32-melhores-alimentos-low-carb/

https://www.youtube.com/channel/UC80H9Ah7cQi9BbeBBjbXzFQ


https://www.youtube.com/channel/UCOZC5dPSLDz9I1pXlpUvOew


https://www.youtube.com/user/MedPiment

domingo, 6 de agosto de 2017

Ácido Oleico Para Que Serve,Benefícios e Dicas


O ácido oleico é mais conhecido como ômega 9 e é um ácido graxo monoinsaturado, estando presente na gordura da maioria dos alimentos. Quer aprender mais sobre ele? Então vem conferir! Para Que Serve o Ácido Oleico? Onde podemos Encontra-lo?

Excelentes perguntas, não é mesmo? Então, o ácido oleico é um ótimo substituto das gorduras saturadas quando alguém decide começar uma dieta saudável. Encontramos ele no abacate, nas sementes, nos óleos vegetais prensados a frio como o de cártamo, o de amêndoas e o de girassol, e também nas nozes.

Ele também é muito utilizado em temperos prontos para fazer assados, em manteigas, em queijos, em doces, em sorvetes e até mesmo nos refrigerantes!

5 Benefícios do Ácido Oleico Para a Saúde

Que tal conhecer 7 vantagens maravilhosas que o consumo do ácido oleico pode trazer para a sua saúde? Veja a lista a seguir:

1 – Ajuda no Controle do Diabetes

Em um estudo desenvolvido na Universidade de Oxford pesquisadores irlandeses descobriram que quando um paciente aposta em uma dieta rica em ácido oleicoseus níveis de glicose no sangue melhoram muito, assim como também melhora a sua sensibilidade à insulina e a circulação do seu sangue como um todo. Sendo assim, pessoas que tem diabetes ou que estão na fase de pré-diabetes podem se beneficiar do consumo de ácido oleico para controlar a doença de uma vez por todas!

2 – Melhora as Funções Cerebrais

Em pesquisa recente constatou-se que quanto mais gordura monoinsaturada no sangue (no caso de ácido oleico) mais extrovertida e aberta é a pessoa, ou seja, entende-se que os níveis de gordura positiva presentes no cérebro garantem a qualidade das funções cerebrais.

3 – Ajuda na Comunicação Cerebral

Talvez você nunca tenha ouvido falar da mielina, mas ela é uma cobertura que serve para cobrir os nervos, que são enfim as ramificações dos nossos neurônicos. Sua composição é feita basicamente de gordura e proteína, sendo que o ácido oleico é a gordura mais comum encontrada nela. A mielina é muito importante justamente porque o invólucro que ela faz ao redor dos nervos é o que permite a sua comunicação e se ela for danificada o cérebro começa a sofrer na execução de suas funções!

4 – Garante o Metabolismo do Coração

O ácido oleico se associa ao armazenamento de energia do coração, o que permite que esse órgão funcione de maneira saudável e natural, justamente porque conta com esse depósito de gordura, que é o seu principal combustível. Sabe-se que pessoas e animais que sofrem de insuficiência cardíaca não são capazes de processar e armazenar a gordura adequadamente, o que atrapalha a eficiência do coração.

5 – Ácido Oleico Ajuda na Queima de Gordura

O ácido oleico também tem a capacidade de normalizar a queima da gordura no organismo, de acordo com muitos estudos. Esse óleo aumenta a quantidade de genes envolvidos na queima de gordura, fazendo com que ela seja usada para as funções do organismo, o que invariavelmente acaba acelerando a perda de peso e resultando em emagrecimento!

fonte

https://www.dietaeboasaude.com.br/acido-oleico-para-que-serve/

sábado, 5 de agosto de 2017

Água Alcalina e Benefícios


Como preparar água alcalina e quais são os seus benefícios?

Você já ouviu falar na água alcalina? Saiba do que se trata e entenda quais benefícios ela pode oferecer para a nossa saúde neste artigo

A água alcalina é um tipo de água ionizada que atua como um potente e natural antioxidante, com a capacidade de ajudar o organismo a eliminar resíduos ácidos que o processo natural de digestão produz.

Este tipo de água tem um ORP negativo, um antioxidante muito potente que, graças à produção de íons hidroxilas, favorece a produção de oxigênio, ajudando a combater os radicais livres e corrigindo, por sua vez, o balanceamento de ácido/base do corpo, regenerando as células e combatendo diferentes sinais do envelhecimento.

A água alcalina funciona como um antiácido natural que ajuda a neutralizar os níveis de acidez no corpo, prevenindo o desenvolvimento de muitas doenças e combatendo problemas comuns como o refluxo ácido.

Como preparar uma água alcalina?

Em geral é recomendável comprar tabletes para adicionar à água e dessa forma obter uma água alcalinizada. A outra opção é comprar máquinas que transformam a água da torneira em alcalina. Porém, este tipo de método costuma ser pouco acessível para a maioria das pessoas, por isso queremos compartilhar três truques caseiros para preparar uma água alcalina. Confira:

Primeiro método

Uma forma de alcalinizar a água é usando dois recipientes. Um deles encheremos com água e depois colocaremos essa água no outro recipiente vazio até uma boa altura. Quando a água cai ela forma bolhas, e isso permite gerar um bom nível de alcalinidade depois de repetir o processo por oito ou mais vezes. A água que usaremos deve ter um pH de 7,2 e este método nos permitirá aumentar esse pH em pelo menos 5 décimos, que ainda que não seja muito, é bom para alcalinizar o corpo.

Segundo método

O segundo método para obter água alcalina caseira é ferver a água durante 5 minutos. Depois disso, a água passará de um pH de 7,5 para um de 8,4, o que efetivamente alcalinizará nosso corpo. Alguns dizem que é preciso tomar quente, mas o fato é que quando esfria ela continua conservando a alcalinidade.

Terceiro método

O último método caseiro que podemos fazer para alcalinizar a água é adicionar meia colher de chá de bicarbonato de sódio em um copo de água. Com isso a água passará de um pH de 7,2 para um de 7,9. Considere que para ser considerada alcalina a água deve superar um pH de 7,3, e a partir dali quando mais subir, mais alcalina será (ainda que, obviamente não devamos nos exceder).

Quais são os benefícios de tomar água alcalina?

Contribui para a boa digestão


Tomar água alcalina promove a eliminação de toxinas e evita que voltem a se acumular. Desta maneira, ela se encarrega da eliminação de rejeitos de nosso organismo e previne diferentes doenças. É recomendável para os casos de diarreia crônica, para a indigestão, as doenças do estômago e intestino e a prisão de ventre. Além disso, favorece a digestão dos alimentos e neutraliza a hiperacidez gástrica, origem das gastrites e úlceras duodenais.

Previne doenças

O consumo de água alcalina pode prevenir doenças frequentes como a diabetes, asma bronquial, dermatite, hepatite, artrite crônica reumática, colesterol alto, síndrome de Meniere, insônia, obesidade, dores nas costas, neuralgias, doenças do climatério, disenteria crônica, entre outras.

Previne o envelhecimento precoce


O acúmulo de toxinas em nosso organismo faz com que se reduza a regeneração celular, o que por sua vez causa o envelhecimento precoce. A água alcalina, ao promover a eliminação dessas toxinas e rejeitos, promove uma boa oxigenação das células e previne o envelhecimento. Além disso, também combate os radicais livres, que são causadores de doenças e do envelhecimento precoce.

Combate a retenção de líquidos

Tomar água alcalina com frequência nos ajuda a purificar nosso corpo, fazendo uma desintoxicação eficaz para eliminar todos os resíduos ácidos, rejeitos e toxinas que afetam a saúde de nosso organismo e causam problemas como a retenção de líquidos. Ao promover um equilíbrio do pH de nosso corpo, as células não terão a necessidade de reter líquidos para lutar contra a acidose, e colocarão o metabolismo para funcionar.

Previne a osteoporose

Beber água mineral alcalina promove a eliminação de resíduos sólidos como o ácido úrico e os nefrólitos através da urina, ajudando a prevenir os problemas como a osteoporose, já que sua ação permite liberar o cálcio que estava preso em ditos resíduos, devolvendo o pH alcalino ao nosso sangue.

FONTE

https://melhorcomsaude.com/preparar-agua-alcalina-beneficios/

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Própolis: benefícios de um remédio promissor



Sempre observei a minha avó paterna fazendo uso do própolis em gotas e recomendando que os outros fizessem o mesmo... "o própolis combate bactérias e fungos; combate inflamação; ajuda na cicatrização; alivia problemas respiratórios, dor de garganta, tosse e outros sintomas da gripe até mesmo a febre; melhora a pele, as unhas, os dentes, os ossos, o cabelo, até mesmo a vista melhora... Eu não fico sem. Antes de acabar o meu eu já compro outro", sempre diz a minha vó Augusta. Também o meu avô materno fez uso do própolis e do mel como alimento e como remédio. Sempre recomendando o uso aos amigos e familiares. Tanto que gostou das riquezas da colmeia que, por algumas vezes, meu vô Jair se saiu muito bem como apicultor amador.


Na rotina agitada de uma colmeia, a saúde é uma das prioridades do grupo. Por isso, as abelhas gastam boa parte da sua energia coletando resinas na vegetação ao redor para produzir um poderoso remédio, a própolis. As operárias vedam todas as frestas com esse preparado para aproveitar o melhor de suas propriedades físicas e biológicas. A própolis isola o ambiente interno a fim de manter a temperatura ideal, impedir a entrada de vento e chuva e blindar a área contra bactérias, vírus e fungos capazes de colocar em risco a vida dos insetos.

O ser humano, esperto, notou há séculos que poderia tirar proveito do composto em nome do seu próprio bem-estar. Desde o Egito antigo ele é utilizado como antisséptico, no tratamento de feridas e inclusive na conservação dos corpos. O famoso ritual de mumificação, aliás, guarda semelhanças com o que é praticado ainda hoje pelos enxames. “Se não é possível remover uma abelha morta de dentro da colmeia, as outras a embalsamam para preservar a saúde de todas”, revela o biólogo e imunologista José Maurício Sforcin, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu, no interior de São Paulo.

Mesmo com um histórico respeitável de uso, que lhe rendeu o posto de medicamento natural, a própolis só entrou pra valer na mira da ciência nos últimos 20 e poucos anos – e isso se deve, em parte, ao seu crescente apelo popular. O consumo mundial gira em torno de 2,3 mil toneladas por ano, de acordo com levantamento feito pela Market Research Future.

O Brasil ocupa um lugar de destaque nessa história. Somos o terceiro maior produtor da resina, atrás apenas da Rússia e da China. Aqui a produção de própolis dura o ano inteiro. Uma vantagem e tanto, se considerarmos que, em outros climas, as abelhas só fabricam o preparado no verão e na primavera. Além disso, uma das espécies de abelha mais comuns em terras brasileiras, a Apis mellifera, é uma excelente produtora e, de quebra, super-resistente.

O Brasil também é a bola da vez por causa das variedades que abriga e coloca no mercado: são 13 já catalogadas, divididas em três categorias até o momento. Além da clássica, de coloração marrom, existem as versões verde e vermelha, exclusivas daqui.

Cada tipo tem uma composição química distinta. “Por definição, própolis é um material que as abelhas produzem usando a própria cera e resinas de diferentes plantas”, descreve o biólogo Masaharu Ikegaki, professor da Universidade Federal de Alfenas, em Minas Gerais. Ou seja, o que muda na constituição são os ingredientes obtidos na vegetação próxima às colmeias. Desse modo, a diversidade botânica faz com que as propriedades terapêuticas variem de uma versão para outra.


Se você já usou própolis alguma vez na vida (seja via spray, seja por gotinhas diluídas em água), é bem provável que tenha sido para aliviar alguma dor ou infecção na garganta. E tem fundamento. Estudos clássicos da década de 1990 mostraram que a substância combate bactérias responsáveis por doenças nas vias respiratórias. Até as bactérias do estômago saem perdendo. Um experimento feito por cientistas turcos ano passado constatou que o extrato de própolis é capaz de inibir o crescimento da Helicobacter pylori, causadora de gastrite, úlcera e câncer de estômago.

O poder antimicrobiano dessa resina brilha também contra a cárie dental. Em alguns trabalhos, ela inclusive superou estratégias convencionais para coibir a reincidência da bactéria. “A própolis controla o micro-organismo inibindo os chamados fatores de virulência, isto é, os polissacarídeos, que colam a placa bacteriana, e os ácidos, que desmineralizam o dente”, explica o farmacêutico Pedro Luiz Rosalen, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Assim, a prevenção do problema tende a ser mais duradoura.

O uso da própolis sobre a pele é outra aplicação das antigas que deixou de ser considerada mera simpatia de vovó. Em estudo realizado com pessoas internadas na Unidade de Queimados do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, no interior paulista, um gel à base da resina se mostrou bastante proveitoso para a recuperação da pele.

Na experiência, o produto desenvolvido pela farmacêutica Andresa Berretta, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da empresa Apis Flora, foi comparado com uma pomada tradicionalmente empregada em queimaduras. Ao final, o gel de própolisobteve o menor tempo de cicatrização. “Ele apresenta um potente efeito analgésico, anti-inflamatório e cicatrizante”, resume Andresa. A renovação mais rápida da derme é atribuída aos flavonoides do composto, que contraem o espaço da lesão e estimulam a formação de novas células.

Por falar em pele, aqueles hóspedes indesejados que adoram se instalar nela e em outros tecidos do corpo, os fungos, que se cuidem. Surgem novas evidências de que a própolis bota esses micro-organismos para correr. Em análises de laboratório, pesquisadores do Irã testaram a resina ante outros extratos herbais e antibióticos em amostras de cândida, fungo reconhecido por encrencas na pele, na boca e na vagina. O saldo foi positivo para a própolis, embora ainda seja preciso validar os resultados em seres humanos.

Até pouco tempo, os cientistas não sabiam como a própolis derrotava esse bando de micróbios. Mas uma descoberta brasileira esclareceu parte da questão. Ao colocar o produto das abelhas em contato com exemplares de cândida, um grupo de pesquisadores de várias instituições observou que ele induz a apoptose (uma espécie de suicídio) das células do fungo. Em outras palavras, a própolis ativa uma armadilha para o inimigo não se alastrar.

Os compostos fenólicos presentes na resina, em especial os flavonoides, merecem destaque no papel de prevenção e combate a inflamações e infecções. Isso porque anulam radicais livres, moléculas que, em excesso, fragilizam o organismo. Todos os tipos de própolis possuem essa ação antioxidante, mas a carga das substâncias pode variar bastante de um tipo de extrato para outro.

No páreo entre as variedades conhecidas, a própolis verde é a que mostrou ter o maior potencial antioxidante até o momento. Talvez isso explique um achado recém-divulgado por estudiosos da Universidade de Kyushu, no Japão, e do Hospital da Província de Qinghai, na China. A própolis verde brasileira, como é conhecida internacionalmente, seria capaz de proteger os neurônios. Ao reduzir o estresse oxidativo no cérebro, levanta-se a hipótese de que ela ajude a nos resguardar de males como o Alzheimer.

Defesas turbinadas

De fato, uma das proezas mais estudadas das própolis marrom, verde e vermelha é a capacidade de impulsionar o sistema imune. Não existe um consenso sobre qual componente é responsável por isso, mas tudo leva a crer que ocorre uma interação entre um mix de substâncias da resina e dois tipos de células de defesa, os macrófagos e os neutrófilos, que fazem uma faxina pelo organismo. “As pesquisas mostram que há um aumento na produção de anticorpos e da atividade de células envolvidas na resposta imunológica em animais e seres humanos”, conta o professor Sforcin.

Esse apoio à imunidade tem outra atuação nada desprezível. O extrato de própolis apresenta propriedade anti-inflamatória sem os efeitos colaterais dos medicamentos para essa finalidade. “É uma ação diferente de tudo que está no mercado hoje”, afirma Rosalen. “Quem tem artrite reumatoide ou lúpus, por exemplo, não pode utilizar anti-inflamatórios por tempo prolongado devido ao risco de problemas renais, gástricos… A própolis poderá ser uma alternativa no futuro.” É claro que as pesquisas nesse contexto precisam avançar muito antes de o composto virar prescrição médica. Mas os resultados até aqui animam.

Agora, o campo mais promissor de pesquisas com própolis envolve seu poderio anticâncer. Ele é alvo de um número ascendente de estudos feitos com culturas de células em laboratórios de diversos cantos do planeta. Os experimentos revelam que o produto das abelhas inibe o crescimento de células cancerosas e até ajuda a reduzir a extensão de tumores de mama, fígado, próstata, pulmão, entre outros.

Um dos trabalhos que mais chamam atenção na área foi desenvolvido pela patologista Yahima Frión, da Universidade de Havana, em Cuba, numa parceria com a equipe de Sforcin, da Unesp de Botucatu. Células de um tipo de câncer de pulmão foram incubadas com a própolis verde brasileira. Nas primeiras 48 horas de contato, o extrato evitou a proliferação e também aumentou a taxa de apoptose das unidades doentes.

Yahima, porém, é cautelosa quanto às conclusões. “A própolis tem potencial para melhorar a qualidade de vida de pessoas com câncer. No entanto, são necessários estudos em pacientes com a condição para comprovar o benefício”, ressalta.

Pelo andar da ciência, é provável que, no futuro, o extrato da substância renda princípios ativos contra a doença e que sirvam de alternativa a agentes quimioterápicos. Na Universidade Médica da Silésia, na Polônia, estudiosos observaram que amostras de tumor de próstata são sensíveis à ação da própolis verde brasileira – ela estimulou a morte das células defeituosas sem afetar as sadias.

Durante as análises para investigar os ingredientes por trás do benefício, os experts identificaram três substâncias anticâncer mais promissoras: o ácido cafeico, o artepillin C e a galangina, nomes complicados que devem ganhar os holofotes no meio científico daqui em diante. O próximo passo é isolar cada um deles, testá-los novamente e, se o resultado for positivo, pensar na criação de um fármaco a ser avaliado em gente de verdade.

Embora boa parte das indicações da própolis careça de mais chancela científica e de testes clínicos – a última etapa necessária para uma substância virar um tratamento médico confiável -, muitos países já fazem uso massivo da resina na prevenção de doenças. “Os japoneses a consomem como profilático diariamente para combater os radicais livres”, ilustra o farmacêutico Jairo Bastos, professor da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto.

Na Romênia, a apiterapia – uso terapêutico de produtos da abelha – está colada à cultura do país. A capital Bucareste abriga, desde 1984, o primeiro centro clínico de apiterapia do mundo. Lá, o extrato de própolis tem status de medicamento.

Remédio ou alimento?

No Brasil, o produto é classificado como um alimento funcional. Por isso, não existem dosagens estabelecidas de quanto é indicado consumir. Estudos apontam, porém, que 30 gotas de extrato por dia são o suficiente para fortalecer o organismo e prevenir chabus. Se uma dor de garganta tomar conta do pedaço, por exemplo, a recomendação seria consumir 30 gotas quatro vezes ao dia. No caso de crianças, a medida é uma gota por quilo, fracionando a quantidade em três ou quatro vezes ao dia. Para os pequenos, é indicado o extrato aquoso, sem álcool na composição. Em todas as situações, porém, é prudente consultar o médico antes de incluir a própolis no dia a dia – sobretudo para evitar interação com alimentos e medicamentos.

Outro lembrete: prefira sempre a versão orgânica dos produtos, que é mais segura. “Ela não está contaminada por metais pesados, originários de pregos usados nas caixas das colmeias, nem apresenta resíduos de agrotóxicos”, justifica o engenheiro agrônomo Severino de Alencar, professor da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da USP, em Piracicaba, no interior paulista. Selos das agências reguladoras, caso do Ministério da Agricultura, também devem constar no rótulo. São as garantias de que a poderosa mistura vinda das colmeias é a mais natural e vantajosa possível.

Grãos de Própolis produzidos pelas abelhas

Os tipos de própolis

Verde

Aclamada pelo mercado estrangeiro, a própolis verde é típica do Brasil e alvo de inúmeras pesquisas. O sucesso se deve ao seu alto poder antioxidante. Além de regular o sistema imune, tem efeito antimicrobiano e anticâncer.

Vermelha

Comum no Nordeste, é rica em componentes anti-inflamatórios, que ajudam a conter os estragos causados por micróbios. Tem se saído bem em experiências com células cancerosas. Isso já faz dela o tipo mais caro e cobiçado pelo mercado.

Marrom

A própolis com essa tonalidade, mais presente no Sul do Brasil, é semelhante à variedade europeia. É tradicional nas farmácias, embora seja menos estudada entre as três versões aqui. Destaca-se pelas atividades antioxidante e antimicrobiana.

Fábrica de própolis

Depois de coletada nas colmeias, a resina pode demorar até seis meses para virar extrato

1. As abelhas preparam o composto e o usam para tapar as frestas da caixa da colmeia. Assim, o apicultor tem que, periodicamente, remover esse material para que o enxame produza mais.

2. A própolis bruta que foi coletada é macerada em uma solução solvente. Existem variações de empresa para empresa, mas, geralmente, se utiliza álcool de cereais durante essa etapa do processo.

3. O preparado de própolis com solvente fica em repouso de um a seis meses para que os princípios ativos sejam transferidos para aquele líquido.

4. Só então a solução passa por uma centrifugação, que separa o extrato. O resíduo restante é a borra, dispensada. Enfim, a própolis está pronta para embalar.


Outras riquezas da colmeia

Mel

É a substância em maior abundância na colmeia, já que é fabricada para ser o alimento das abelhas operárias. De flor em flor, elas sugam o néctar e transformam isso em um carboidrato, que é sua grande fonte de energia.

Geleia real

No sistema da colmeia, o produto mais nobre é o que alimenta a rainha. Esse é o papel da geleia real. Ela é, na verdade, uma secreção produzida pelas abelhas riquíssima em proteína, capaz de tornar a rainha muito maior e mais resistente que as demais.

Diferentes produtos à base de própolis

Extrato

A versão clássica da própolis ainda tem o melhor custo-benefício. Além da versão em álcool, estão disponíveis extratos secos e em água, boas opções também para crianças.

Cápsulas

Eis uma alternativa para quem não é chegado ao sabor acentuado. Apesar de serem mais caras, concentram altas doses da substância.

Enxaguante bucal

Estudos indicam que produtos com própolis reduzem o risco de cárie e problemas na gengiva. Só veja com o dentista se você pode usar aqueles com álcool na fórmula.

Pasta dental

Mais uma maneira de se valer do composto em prol dos dentes e companhia, os cremes aliam a própolis à ação protetora do flúor.

Gel cicatrizante

É bem-vindo para tratar feridas e queimaduras. De efeito anti–inflamatório, o gel acelera profundamente a cicatrização da pele.

Mel

Outra forma clássica de conciliar dois produtos bacanas das abelhas. Mas há que se prestar atenção na quantidade de própolis no mel. Quem tem diabete ou está acima do peso precisa ficar de olho nos açúcares.

Spray

É o queridinho para combater as dores de garganta. O efeito bactericida da própolis com as propriedades emolientes do mel formam uma dupla e tanto. Se você for diabético, fique esperto com o teor de açúcar.

Manual do bom uso

Ao comprar

Para distinguir um produto de qualidade assegurada daquele de fundo de quintal, o consumidor deve ficar atento ao rótulo. É fundamental constar, na embalagem, o selo de registro do item no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Ao usar

Em geral, o consumo do extrato deve ser diluído em água para ficar mais palatável. Profissionais sugerem tomar logo pela manhã, ainda em jejum, para evitar a interação dos compostos fenólicos presentes na própolis com outros alimentos.

Para conservar

A própolis deve ser mantida em local fresco e ao abrigo da luz, principalmente na forma de extrato alcoólico. Fique atento também à data de validade caso só faça uso em situações como dor de garganta.

FONTE

https://www.tuasaude.com/propolis/

http://saude.abril.com.br/alimentacao/o-que-e-propolis-beneficios/