quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Benefícios do Trevo Vermelho Para Saúde


O Trevo vermelho é uma erva selvagem e membro da família das leguminosas. O trevo vermelho é uma fonte com muitos nutrientes, incluindo o Cálcio, o Cromo, o Magnésio, a Niacina, o Fósforo, o Potássio, a Tiamina e a Vitamina C. Então, vamos conhecer quais são os 6 benefícios do trevo vermelho para saúde:

Benefícios do Trevo Vermelho

Na Prevenção de Câncer: O Trevo vermelho contém isoflavonas, uma substância semelhante ao estrogênio. Estudos da Universidade de “Maryland Medical Center” mostraram que as isoflavonas podem impedir as células cancerígenas de se desenvolver e até mesmo matar certos tipos de câncer, incluindo o de próstata e câncer endometrial. Além disso, Em 2010, Isso foi mostrado em um estudo japonês que isoflavonas foram associado à uma diminuição do risco de câncer de pulmão em não fumantes.
É importante observar que os investigadores acreditam que as isoflavonas poderão também contribuir para certos tipos de crescimento do câncer. Pacientes com câncer de mama são desencorajados a usar o trevo vermelho, porém necessitam de mais estudos sobre isso.
Para a Saúde do Coração: As isoflavonas encontradas no trevo vermelho pode ajudar a aumentar o bom colesterol HDL, reduzindo o colesterol LDL ruim. O trevo vermelho também ajuda no fortalecimentos das artérias e ajudam na qualidades para diluir o sangue, os quais ajudam a prevenir ataques cardíacos e doenças cardiovasculares.

Para Saúde Óssea: O Trevo Vermelho pode ajudar a prevenir a osteoporose, especialmente em mulheres na menopausa. A perda de estrogênio no corpo está ligado ao desenvolvimento de osteoporose. Além disso, o trevo vermelho contém fitoestrogênios, que imitam estrogênio natural produzido no corpo feminino.

Para A menopausa: O trevo vermelho contém fitoestrogênios, nomeadamente isoflavonas, que atuam de forma semelhante ao estrogênio produzido naturalmente no organismo feminino. Estes phytoestrongens pode ajudar a conter muitos dos efeitos colaterais experimentados durante a menopausa, incluindo suores noturnos, afrontamentos, e enfraquecimento dos ossos.
Para Saúde da Pele: Os cremes de Trevos vermelhos foram utilizados com sucesso para tratar doenças da pele tais como eczema, psoríase, e outros tipos de pruridos.
Para Saúde Respiratória: O Trevo Vermelho pode ser útil no tratamento de condições respiratórias como a asma, bronquite e tosse. Pode beneficiar o câncer de pulmão e aliviar os sintomas de outras doenças pulmonares. No entanto, e preciso de mais evidência científica para confirmar a ligação entre o trevo vermelho e aliviar os sintomas de doenças respiratórias.



FONTE

http://www.saudedica.com.br/os-6-beneficios-do-trevo-vermelho-para-saude/

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Beta-criptoxantina


A beta-criptoxantina – uma excelente fonte de vitamina A para o organismo, também conhecida pelo nome de criptoxantina, é um pigmento natural que encontramos nomeadamente em certas frutas e legumes. Encontramo-la, por exemplo, na tangerina, na laranja ou na papaia. Desconhecida durante muito tempo, a beta-criptoxantina suscitou recentemente o interesse dos investigadores nos quatros cantos do mundo. Com efeito, este pigmento apresenta uma estrutura próxima do betacaroteno, um outro pigmento natural que conhecemos frequentemente por existir nas cenouras.

Amplamente documentado na literatura científica, o betacaroteno deve igualmente a sua reputação às suas propriedades antioxidantes e ao seu papel de precursor da vitamina A. A sua ação é muito importante dado que a vitamina A está envolvida em inúmeras funções do organismo. É por esta razão que a semelhança entre a beta-criptoxantina e o betacaroteno é atualmente muito estudada e apresenta um grande interesse preventivo e terapêutico.

A beta-criptoxantina – um potente carotenóide

Além de apresentarem uma estrutura química próxima, a beta-criptoxantina e o betacaroteno fazem parte da mesma família de moléculas. Produzidas naturalmente por inúmeros vegetais, estas substâncias são conhecidas pela sua ação na fotossíntese e pelo seu papel corante.

Na realidade, os carotenóides são pigmentos naturais responsáveis pela cor vermelha, laranja, amarela ou verde de determinadas frutas e legumes, bem como de determinadas plantas e algas. Por isso, consumimos regularmente carotenóides. Conseguimos denominar mais de meia centena. A respectiva assimilação revela-se aliás particularmente interessante, com vários efeitos protetores para o organismo. Contudo, estas substâncias não têm todas as mesmas propriedades, a mesma biodisponibilidade nem a mesma eficácia. A este título distinguimos nomeadamente duas sub famílias; os carotenos representados pelo betacaroteno e a sub família das xantofilas, à qual pertence a beta-criptoxantina. Entre estas sub famílias, a beta-criptoxantina constitui um potente carotenóide com benefícios inegáveis para o bom funcionamento do organismo. 

Um forte poder antioxidante

Os carotenóides são conhecidos pelas suas propriedades antioxidantes, fonte do interesse preventivo e terapêutico do betacaroteno e da beta-criptoxantina. Com efeito, o seu poder antioxidante permite combater o stress oxidativo e os danos causados pelos radicais livres. Este efeito protetor é deveras importante, dado que o stress oxidativo está envolvido no surgimento de certas doenças e no processo de envelhecimento celular. 

Um precursor da vitamina A

Além do seu poder antioxidante, determinados carotenóides são precursores da vitamina A. Também denominados provitaminas A, estes últimos representam cerca de 10% dos carotenóides, nomeadamente o betacaroteno e a beta-criptoxantina. Na verdade, o papel de provitamina A da beta-criptoxantina foi confirmado por vários estudos recentes, cujos resultados foram publicados na revista Journal of the Science and Food Agriculture em 2005 bem como na revista Nutrition Reviews em 20161,2. Os investigadores mostraram assim que a beta-criptoxantina é transformada no organismo em retinol, que é uma das três formas da vitamina A. 

Uma fonte interessante de vitamina A

Atuando como um precursor, a beta-criptoxantina representa uma excelente fonte de vitamina A. Esta ação é muito benéfica, dado que a vitamina A contribui para o bom funcionamento do organismo através de inúmeros mecanismos de ação1,3. A vitamina A é conhecida, nomeadamente, por desempenhar um papel crucial na visão, no processo de desenvolvimento embrionário, na regulação do sistema imunitário para a defesa do organismo, no crescimento das células, bem como na renovação de determinados tecidos como a pele ou a mucosa intestinal.

O interesse preventivo e terapêutico da beta-criptoxantina

A beta-criptoxantina foi objecto de inúmeros estudos científicos em virtude do seu interesse terapêutico. Com efeito, o seu poder antioxidante permite combater determinadas agressões e limitar os respectivos danos. Além disso, a sua transformação em retinol permite contribuir para a manutenção dos níveis de vitamina A no organismo. Além destas funções, a beta-criptoxantina poderia estar envolvida em outros mecanismos de ação, como sugerem alguns investigadores. É-lhe atribuído, entre outros, um interesse na prevenção de determinadas patologias como as doenças degenerativas, a osteoporose ou ainda certas formas de cancro2. 

O papel da beta-criptoxantina na homeostasia óssea

Recentemente, várias equipas de investigação têm vindo a interessar-se pelo papel da beta-criptoxantina na homeostasia óssea. Esta última constitui o equilíbrio entre a formação de novas estruturas ósseas pelas células específicas osteoblastos e a reabsorção das estruturas ósseas antigas pelos osteoclastos. Com a idade, este equilíbrio pode ser perturbado e alterado. Este desequilíbrio pode levar a uma diminuição da formação óssea e a um aumento da reabsorção óssea. Por outras palavras, esta perturbação da homeostasia óssea fragiliza a saúde óssea. Este fenômeno é acentuado com o aparecimento da osteoporose, uma doença que implica uma alteração da estrutura óssea e uma diminuição da densidade óssea. Fragilizados, os ossos ficam então mais susceptíveis a sofrer fraturas.

Para lutar contra esta problemática ligada à idade, os investigadores focaram-se no interesse da beta-criptoxantina para a saúde óssea. As conclusões a que chegaram foram publicadas em 2012 no Journal of Biomedical Science revelaram que a utilização in vitro de beta-criptoxantina permitia estimular os osteoblastos envolvidos na formação óssea e inibir os osteoclastos responsáveis pela reabsorção óssea4. Observaram-se resultados semelhantes aquando da administração de beta-criptoxantina a determinados ratos5,6. Os investigadores concluíram verificar-se uma diminuição da perda óssea e um efeito inibidor nos osteoclastos. Por conseguinte, a beta-criptoxantina poderia permitir preservar o capital ósseo lutando contra os efeitos ligados à idade. Estas conclusões abrem igualmente perspectivas interessantes para a prevenção da osteoporose. 

A beta-criptoxantina, uma nova esperança na prevenção de determinados cancrosParalelamente aos resultados sobre a saúde óssea, outros investigadores focaram-se no interesse da beta-criptoxantina para a prevenção de determinados cancros. Estudos recentes publicados nas revistas Clinical Cancer Research e Food Chemistryrevelaram resultados favoráveis para a utilização da beta-criptoxantina no tratamento do cancro do estômago e do cancro do cólon.

Na verdade, os investigadores concluíram que a criptoxantina poderia diminuir a proliferação de células cancerosas nos tecidos humanos do sistema digestivo. Um outro estudo publicado na Cancer Epidemiology, Biomarkers & Preventionmostra que esta molécula poderia estar também associada a uma diminuição do risco de desenvolvimento do cancro do pulmão. Envolvendo mais de 60 000 homens e mulheres por um período de 5 anos, este estudo evidencia que uma alimentação rica em beta-criptoxantina poderia estar associada a uma redução significativa do risco de surgimento de um cancro do pulmão.

Esta conclusão é igualmente apresentada num outro estudo publicado na revista International Journal of Cancer. Nesta publicação, os investigadores apresentam o mecanismo de ação da beta-criptoxantina e a sua ação contra a proliferação das células cancerosas pulmonares. Estes estudos fazem pensar que a beta-criptoxantina poderia ser um agente quimio-preventivo contra determinadas formas de cancro.

Um aporte ideal em beta-criptoxantinaApesar de a beta-criptoxantina ainda não ter revelado todos os seus segredos, os investigadores atribuem-lhe já inúmeras atividades no organismo. Tudo leva a pensar que ela irá rapidamente tornar-se tão célebre como o betacaroteno. Muito apreciado, este último foi aliás objecto de uma fórmula na forma de complemento alimentar, como a fórmula Carottol™ do catálogo Supersmart. Da mesma forma, a beta-criptoxantina é agora proposta na forma de suplemento nutricional para tirar partido das suas propriedades antioxidantes, do seu papel de precursor da vitamina A, bem como das suas ações no organismo. 

A beta-criptoxantina presente na natureza

À semelhança de inúmeros carotenóides, a beta-criptoxantina pode encontrar-se em muitos vegetais. Foi identificada em certas plantas, mas também em frutas e legumes como a tangerina, a laranja, o pimento vermelho, o caqui, a abóbora, a papaia ou ainda as maçãs. Além dos vegetais, a beta-criptoxantina está igualmente presente em outros organismos vivos. Foi detectada, por exemplo, no soro de sangue bovino, na gema de ovo ou ainda na manteiga. 

Um extracto natural de beta-criptoxantina na forma de complemento alimentar

Para usufruir dos efeitos da beta-criptoxantina, esta foi extraída de uma variedade de tangerina de origem japonesa para ser integrada numa fórmula de complemento alimentar. Conhecida como a tangerina satsuma, ou Citrus unshiu, esta variedade foi selecionada pelo seu teor significativo em beta-criptoxantina. A extração a partir deste fruto permite propor uma fórmula ideal em beta-criptoxantina. 

Apesar de ser estudada há poucos anos, a beta-criptoxantina revela um potencial excepcional. Apresenta inúmeros benefícios em comum com o betacaroteno, cujos efeitos no organismo foram evidenciados inúmeras vezes. Apresenta-se assim como uma provitamina A com um forte poder antioxidante. Graças às suas propriedades, a beta-criptoxantina suscita o interesse da comunidade científica, que lhe atribui inúmeras ações no organismo. Estudada atualmente em todo o mundo, a beta-criptoxantina abre inúmeras perspectivas para a prevenção e o tratamento de várias doenças.

fonte

http://www.nutranews.org/sujet.pl?id=1352&langue_id=7

domingo, 27 de novembro de 2016

Dieta Cetogênica


Dieta Cetogênica: nova aposta para quem já tentou quase tudo e não consegue emagrecer. Se você acha que sabe tudo que funciona (ou não) para emagrecer, prepare-se para uma notícia inesperada. A novidade para superar os quilinhos persistentes: consumir gordura, muita gordura! Entenda como funciona a dieta cetogênica.

(Por Eliane Contreras - Imagem:Du Borsatto).

Quantas pessoas você conhece com a sorte de comer o que quer sem engordar ou de emagrecer com facilidade? Com certeza, poucas! A maioria de nós trava uma verdadeira batalha para vencer 3 ou 4 quilos na balança e, depois, continua na luta para não voltar a ganhar o que perdeu. E a genética nem sempre é a culpada. Descobertas recentes da ciência revelaram que muitas vezes o problema está na gordura – não no excesso, mas (pasme!) na economia dela no prato. Prova de que o controle de peso tem mais a ver com a bioquímica do nosso organismo do que com a nossa força de vontade (ufa!).

Troca de combustível

Não basta um fio a mais de azeite na salada. Para emagrecer sem sacrifício, você precisa consumir muito mais que os 30% de gordura recomendados na tradicional pirâmide alimentar. Ela deve representar 50% ou mais da refeição. Loucura? Não é o que os estudiosos na área de emagrecimento dizem – um deles, o especialista americano em nutrição e ciência Shawn Wells, que apresentou uma das palestras mais concorridas no Arnold Conference Brasil 2016 (evento técnico-científico em nutrição esportiva e treinamento), realizado no Rio de Janeiro. Ele afirmou que as dietas cetogênicas (generosas em gordura e mínimas em carboidrato) provocam uma mudança expressiva no nosso metabolismo. 

Pense no seu organismo como um carro flex: “A escassez no fornecimento de carboidrato força o fígado a quebrar a gordura (a do prato e a do corpo) em substâncias cetônicas – componentes solúveis que são usados para obtenção de energia”, explica o médico nutrólogo Mohamad Barakat, de São Paulo. Traduzindo: “O corpo se adapta a receber e a trabalhar com a fonte de energia certa: a gordura”, explica a nutricionista clínica, esportiva e ortomolecular Isabella Correia, do Rio de Janeiro. Essa mudança no comportamento da queima de gordura, segundo Wells, tende a reduzir os níveis de gordura corporal até três vezes mais rápido, além de favorecer o aumento da massa muscular e desacelerar o envelhecimento.

Cardápio radical
Quem já seguiu Atkins e Dukan sabe que são dietas que também induzem o corpo ao estado de cetose. Mas, para isso, priorizam as proteínas, o que nem sempre é bom. “Em excesso, esse nutriente engorda, além de acidificar o pH do sangue”, afirma Isabella, que trabalha com 10% de carboidrato e até 75% de gordura. Mas nem pense em fazer isso sozinha! Os cardápios sem nada de massas e grãos devem ser prescritos e acompanhados por um nutricionista, endocrinologista ou nutrólogo. Você ainda tem que realizar exames de sangue (para monitorar as taxas de colesterol) e testes frequentes de bioimpedância (revela a perda de massa gorda e magra), além de tomar polivitamínico, principalmente de vitamina D. E, mesmo assim, corre o risco de enfrentar efeitos colaterais desagradáveis, comuns nos primeiros dias. Só para citar alguns: dor de cabeça, prisão de ventre, mau hálito e fraqueza – quem malha deve até dar um tempo no exercício ou pegar bem mais leve.

Secar 3 ou 4 quilos já deixaria você feliz? Então a redução de carboidrato pode ser menos drástica. Um cardápio com 25% desse nutriente, 50% de gordura e o restante de proteína também é cetogênico e mais seguro para você seguir por conta própria. De qualquer maneira, respeite os sinais do seu corpo e limite essa fase a duas semanas, no máximo. Depois disso, acrescente um pouco mais de carboidrato ao dia a dia. 

Sem medo da gordura
Por muito tempo ela foi considerada a inimiga número 1 do corpo sequinho. Mas a ciência provou que a gordura faz mais do que desempenhar um papel importante numa alimentação saudável. “É um nutriente indispensável para quem quer perder peso porque sacia com facilidade”, afirma o nutricionista Luciano Bruno, de Piracicaba (SP). Não é só isso: “As gorduras boas (mono e poli-insaturadas), como o azeite de oliva, estimulam a produção de substâncias antioxidantes e anti-inflamatórias no organismo – o primeiro passo para promover uma mudança no tamanho das nossas células de gordura”, complementa o nutricionista. E olha que maravilha: “Essas aliadas ajudam a desligar no cérebro os centros de desejo por doces e outros carboidratos refinados”. É por isso que você pode comer abacate (a fruta e o óleo), castanhas e sementes de abóbora e girassol sem medo de ser feliz!

E a gordura saturada pode? Aqui, a opinião dos especialistas fica dividida: alguns dos entrevistados nesta reportagem privilegiam a gordura boa e permitem uma quantidade moderada da saturada (presente em óleos, lácteos integrais e carnes gordas); outros liberam qualquer tipo desse nutriente. “Vários estudos mostram que a versão saturada não interfere na saúde do coração e favorece a produção de hormônios”, diz Isabella Correia. Mas, assim como todos os especialistas, ela proíbe a gordura trans (encontrada em biscoito recheado, sorvete e bolo pronto) e recomenda evitar os embutidos – quase sempre ricos em sódio, corantes e conservantes. Bacon? “Só o artesanal, desde que livre de açúcar (sim, o bacon industrializado tem açúcar)”, diz Isabella. Fora esses detalhes, a gordura deixou de ser o monstrinho da dieta. 

Não corte muitas calorias
As dietas cetogênicas dispensam você da obrigação de contar calorias. Aliás, elas alertam para comer (mais gordura do que carboidrato, não esqueça!) até saciar a fome e, assim, evitar o efeito rebote dos cardápios hipocalóricos. Consumir menos do que você gasta sem dúvida emagrece. Porém, passados alguns dias, esse ritmo muda. “O corpo preserva ao máximo a gordura estocada para se defender das refeições mirradas”, avisa o nutricionista Luciano Bruno. A partir disso, enxugar o que ainda falta se transforma numa missão quase impossível. Sem falar que você fica faminta, fraca, mal-humorada e sem ânimo para dar continuidade ao plano de emagrecer e se manter magra. Esse tipo de dieta também induz a erros básicos: trocar um punhado de nozes por uma latinha de refrigerante light, por exemplo. Ok, você economiza calorias, mas deixa de oferecer nutrientes importantes para que tudo no seu organismo funcione bem, inclusive o metabolismo. E, como você já viu, a gordura dos alimentos (mais calórica que o carboidrato e a proteína) está envolvida nisso. 

Só carboidrato do bem
Sim, a gordura é a estrela do momento, mas o tipo do carboidrato conta. “As opções de baixo índice glicêmico (IG) evitam picos de insulina – hormônio que, circulando em excesso no sangue, reforça os estoques de gordura”, explica a nutricionista Isabella Vorccaro, do Rio de Janeiro. A insulina também aprisiona a glicose dentro das células de gordura. Resultado: falta combustível para os músculos e o cérebro, que emite mensagens de fome e ordena o organismo a reduzir o ritmo do metabolismo – a pior combinação para quem quer emagrecer. Então esqueça as massas (mesmo as integrais), os sucos açucarados e até mesmo as frutas. Numa primeira fase, as dietas cetogênicas liberam de 10 a 25% de carboidrato e apenas aqueles vindos das verduras e dos legumes. É a etapa mais restritiva e demora de acordo com a resposta de cada pessoa: algumas começam a usar a gordura como fonte de energia (estado de cetose) no quarto ou quinto dia, outras demoram semanas. Quando chegar ao peso desejado, você tem direito a uma quantidade mais generosa (não mais que 40%) de carboidrato de baixo IG.

As raízes, como o inhame e o cará, são as principais representantes desse grupo (veja outras opções na lista ao lado, organziada por Isabella Vorccaro). E a batata-doce? Também pode, mas em menor quantidade. À medida que seu corpo sinalizar que os grãos e as massas (integrais, de preferência) estão liberados, vá em frente com parcimônia, e a vida toda. Outra estratégia que deve virar um hábito: começar a refeição com fibras (folhas e legumes), além de preservar um bom espaço no prato para a gordura. Parece ser o segredo para o seu organismo continuar com a chavinha virada para o modo queimador de gordura! 

Cardápio da Dieta Cetogênica
Alguns cardápios cetogênicos restringem muito o carboidrato. Mas, para que você possa ter uma ideia do menu e seguir com segurança em casa, a nutricionista Isabella Correia montou um dia com uma porção maior desse nutriente (tem até um pouco de fruta!).

CAFÉ DA MANHà
1 copo (300 ml) de suco verde: bata 1 folha de couve orgânica com folhas de hortelã fresca, suco de 1 limão, 1 rodela de gengibre e 1/2 maçã + 2 ovos mexidos com 1 col.(sopa) de ghee (manteiga clarificada) + 1 xícara de café puro, batido com 1 col. (sopa) de óleo de coco ou com leite vegetal (coco, castanha-do-pará, castanha de caju).

LANCHE DA MANHÃ (se você tiver fome)
1 punhado (20 g) de oleaginosas (castanha-do-pará, castanha de caju, amêndoa, noz).

ALMOÇO
1 posta (150 g) de salmão ou frango (coxa e sobrecoxa), de preferência regada com azeite extravirgem ou óleo de coco + vegetais low carb (baixo IG) à vontade (folhas verdes em geral, abobrinha, acelga, repolho roxo, berinjela, brócolis, chuchu, rabanete)

LANCHE DA TARDE
1 porção de fruta low carb (baixo IG): maçã, morango, amora, mirtilo

JANTAR
1 filé (150 g) de carne vermelha (contrafilé, picanha) grelhado Vegetais low carb (baixo IG) à vontade, regados com azeite extravirgem.

FONTE

http://boaforma.abril.com.br/dieta/dieta-cetogenica-nova-aposta-para-quem-ja-tentou-quase-tudo-e-nao-consegue-emagrecer/

sábado, 26 de novembro de 2016

Erva-de-são-cristóvão


A erva-de-são-cristóvão é originária da América do Norte. Ela cresce igualmente em outras regiões de clima temperado, como a Europa. Esta planta pode alcançar mais de dois metros de altura. A planta gosta de terras úmidas e mais escondidas da luz solar. Em geral, as flores aparecem em meados do verão. 

Observações

– A erva-de-são-cristóvão pode ser uma alternativa concreta aos tratamentos de reposição hormonal (TRH), na menopausa e durante a pré-menopausa. Em geral, a erva-de-são-cristóvão aparenta provocar menos efeitos colaterais que os TRH. Esta planta é particularmente indicada para diminuir as ondas de calor da menopausa.

– Todavia, os estudos clínicos que demonstram a eficácia da erva-de-são-cristóvão são por vezes contraditórios, algumas pesquisas provam a sua eficácia e outras afirmam o contrário.

– A erva-de-são-cristóvão era uma planta utilizada pelos ameríndios, tais como os Cherokee, na cura de diferentes doenças.

– Um estudo publicado em 21 de junho de 2016, na revista especializada JAMA, mostrou que a utilização de plantas medicinais como soja, cimicífuga, trevo vermelho, determinadas plantas da medicina tradicional chinesa ou moléculas provenientes de plantas como as isoflavonas que são fitoestrógenas estava associado a uma modesta diminuição na frequência de ondas de calor e de falta de lubrificação vaginal em mulheres na menopausa. Em contrapartida, o efeito dessas plantas ou remédios naturais na sudorese noturna era insignificante, segundo os pesquisadores.

Este trabalho de pesquisa realizado notadamente pela Erasmus University Medical Center, em Roterdã (Países Baixos), analisou mais de 60 pesquisas publicadas sobre este tema, totalizando mais de 6.00 mulheres.


Nomes

Nome em português: Erva-de-São-Cristóvão, Cimicífuga
Nome binomial: Cimicifuga racemosa, Actaea racemosa
Nome francês: Cimicifuga, actée à grappes, cimicifuge, cytise, cimicifuga racemosa, herbe aux punaises, cohosh noir
Nome inglês: black cohosh
Nome alemão: Traubensilberkerze
Nome italiano: cimicifuga

Família
Ranunculaceae (Ranunculáceas)

Constituintes
Glucosídeos triterpênicos (p.ex. acteína).

Partes utilizadas
Rizoma, raíz.

Efeitos

Favorece a produção de estrógenos, anti-reumático, estimula a menstruação, antidepressivo.
Indicações

– Alternativa à terapia hormonal de substituição (THS) em caso de distúrbios e sintomas ligados à menopausa ou à pré-menopausa, tipicamente em caso de ondas de calor.

– Em caso de síndrome pré-menstrual ou dismenorréia (dores menstruais).

– Leve depressão

– Artrite (efeito possível)

Black Cohosh - (Cimicifuga Racemosa)

Nativa de zonas temperadas do hemisfério Norte: Estados Unidos, Europa, Norte da Ásia, e partes do Ártico e Sibéria. Conhecida popularmente nessas regiões como Black Cohosh, ou simplesmente preta por ser dessa cor sua raiz medicinal.

INGREDIENTES ATIVOS
triterpênicos e flavonóides

USO TRADICIONAL
Os índios norte-americanos ferviam a raiz e com a infusão tratavam problemas variados das mulheres relacionados com a menstruação e a menopausa.

EFEITO ESTUDADO
Alivia as ondas de calor, principalmente, mas também atua sobre a atrofia vaginal e a depressão. Em estudo feito na Alemanha, onde a planta é particularmente pesquisada, o extrato de cimicifuga diminuiu os sintomas da menopausa de 80% de 629 pacientes que tomaram a substância, depois de 6 a 8 semanas de uso. Em outro estudo alemão menor, feito com 60 pacientes, sua eficiência em estados de ansiedade e depressivos mostrou-se superior a do calmante Diazepan, em doses de 12 mg por dia.

O uso da Cimicifuga racemosa também é recomendado para mulheres que não podem fazer uso da TRH por causa do risco de desenvolver câncer de seio ou do endométrio ou melanoma maligno. Estudos com cultura de células de tumor in vitro demostraram que ela inibe a proliferação celular. Ensaios feitos com ratos que ingeriram aproximadamente 90 vezes a dose ideal durante seis meses demonstraram o mesmo resultado.

EFEITOS COLATERAIS
Podem ocorrer perturbações leves no trato gastrontestinal (dor abdominal ou náusea) bem como tonturas e dores de cabeça quando usada em altas doses.

CONTRA INDICAÇÕES
Não deve ser usada por mulheres grávidas ou que estão amamentando.



fonte


quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Malhação íntima



Exercícios que vão ajudar a sua vida sexual

Você sabia que, quanto mais tonificada for a musculatura genital, maior a possibilidade de atingir o orgasmo? Médicos recomendam a fisioterapia ginecológica para o pós-parto, contra dificuldades ou apenas como pimenta boa… A fisioterapeuta Melissa Braz indica três exercícios que podem ser feitos para o início de um trabalho de fortalecimento pélvico.

1. Contração perineal lenta
Sente-se bem acomodada sobre os ísquios (ossinhos da região glútea), com as costas eretas e apoiadas, os joelhos flexionados e os pés no chão. Inspire pelo nariz e, durante a expiração, contraia os músculos perineais como se estivesse interrompendo o jato urinário, tentando permanecer com a contração durante toda a expiração. É importante não trancar o ar e não contrair o bumbum nem as coxas, isolando somente a musculatura perineal. Pode-se iniciar com contrações de três segundos.

2. Contração perineal rápida
Na posição que desejar, faça dez contrações rápidas da região perineal, de cerca de um segundo cada uma. Depois, repouse o dobro do tempo. Esse exercício aumenta a lubrificação vaginal e pode ser feito no início do ato sexual, com essa finalidade, ou durante a penetração.

3. Báscula pélvica
Levante-se, deixe os joelhos levemente dobrados e coloque as mãos na cintura. inspire, puxando o ar pelo nariz, e faça o movimento de projetar a pelve para a frente, como se quisesse esconder o bumbum. Ao expirar, soltando o ar pela boca, leve a pelve para trás, “arrebitando” os glúteos.

FONTE


segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Itens para ter em casa que vão lhe ajudar a manter-se firme no low carb


Para aumentar as suas chances de manter-se firme no propósito de emagrecer ou simplesmente manter um corpo saudável, você precisa de boas opções de alimentos práticos estocados. Hoje vou dar dicas de itens matadores que não faltam nunca lá em casa:

Nata: é um ingrediente super multiuso. Caso esteja sem tempo de preparar algo para comer no café da manhã, só um café batido no mixer com uma farta colherada de nata vai te deixar alimentado até a hora do almoço. Sem contar que é delicioso, substitui o leite com muito mais sabor e textura. Além disso, é excelente para adicionar a frigideira depois de fritar o bife de carne ou frango, faz um molho delicinha. Outra dica super prática é assar um pedaço de salmão enrolado no papel laminado, e depois fazer um molho de nata com ervas finas (aquelas desidratadas compradas em mercado mesmo).

Ovos: lá em casa comemos quase duas dúzias de ovos por semana. Eu como dois ovos fritos com queijo todo o santo dia. Além disso, dá para fazer um omeletão com tudo o mais que tiver na geladeira. Tacar um ovo na sopa. Um simples ovo cozido com sal, só ele ou acompanhando uma super saladona reforçada. Se tiver creme de leite e atum em casa dá pra fazer cupcakes salgados. É incrível, só de escrever sobre ovos já começo a salivar. Sério, como posso ter passado tanto tempo comendo pão todos os dias?

Queijo: eu sempre tenho um grande e belo toco de queijo na geladeira. Para comer em casa quando chego com muita fome, enquanto preparo alguma coisa saudável para comer. Lascas de queijo em cima dos meus ovos no café da manhã. Adoro fazer couve flor, brócolis ou aspargos frescos refogados com nata e queijo ralado no ralo grosso para acompanhar alguma carne. Os que mais compro são o minas padrão e o bom e velho muçarela. Queijo parmesão ralado sempre tenho uns 3 saquinhos estocados, coloco em tudo sem medo. E uma noite de queijos, vinhos e petiscos low carb, hein? Nada mal.

Ervilha e espinafre congelados: ervilha não é exatamente low carb, mas é uma delícia e é uma super mão na roda para se ter no congelador. E depois não precisa comer tanto, eu normalmente coloco em alguma omelete uma ou duas colheres de sopa.

Bacon: Ahhhhh, o bacon, esse incrível e saboroso pedaço de barriga de porco. Frite um pouco com os seus ovos de manhã, adicione a um refogado de vegetais ou a uma salada. Coloca uma bossa em qualquer preparação!

Nozes/amendoim: São ricos em gordura e excelentes saciadores de fome. Ótima opção para comer em casa como petisco ou levar em alguma viagem, já que na estrada ou aeroportos quase só tem porcaria disponível para comer. Para manter o frescor, dá para congelar tranquilamente, daí para descongelar você põe uns minutos no forninho.

Ovos de codorna, pepino em conserva e azeitonas: Muita, mas muita preguiça de cozinhar e pouca fome? Petisquinhos low carb na cabeça. Também são úteis para comer enquanto você prepara algum prato mais complexo. Dá até para montar espetinhos usando outras coisas como tomate cereja e queijo.

Vodka: bem, esse item não é exatamente para matar a fome… Eu sempre fui super adepta da cerveja, porém depois de entrar de cabeça na vida low carb diminui muito a quantidade, resumindo a no máximo 3 latinhas por final de semana. A vodka é uma excelente opção com zero carboidrato, para beber com Coca Zero ou Citrus Light e bastante gelo, depois daquele dia mais pesado no trabalho.

Creme de leite: Não é tão gostoso quanto nata, mas é uma opção boa com data de validade maior, então é sempre legal ter umas duas latinhas em casa. Fica ótimo em molhos para carnes ou cremes como o de abobrinha ou o de brócolis.

Atum: eu sempre tenho duas ou três latinhas de atum sólido na dispensa. Já comi até puro mesmo (acho fantástico), mas dá pra bolar uma salada em minutos com ovo cozido, ervilhas congeladas e o que mais de verdura você tiver guardado na geladeira. Excelente para os práticos cupcakes salgados. Compre os em água e não em óleo, que é o óleo mais safado e baratinho.

Ter as coisinhas certas na dispensa e na geladeira da sua casa vai te ajudar a manter a linha mesmo quando estiver sem tempo para nada. Planejamento é a chave para não sucumbir à tentação de comida-lixo!

fonte

http://www.vidalowcarb.com.br/10-itens-para-ter-em-casa-que-vao-lhe-ajudar-a-manter-se-firme-no-low-carb/

sábado, 29 de outubro de 2016

Diminuir o pão e a massa



Diminuir o pão e a massa. Essa é a medida mais recomendada nas dietas atuais para quem deseja perder peso – e os estudos confirmam que a estratégia traz resultados benéficos também ao coração. Olha só que ótimo: você emagrece e fica mais saudável. “Em uma revisão de vários estudos, os cientistas constataram que 1 797 voluntários submetidos a uma alimentação com baixo carboidrato (cerca de 20%), por até dois anos, tiveram uma redução nos riscos de doenças cardiovasculares, além de apresentar melhora na glicemia e na qualidade do sono”, comenta o endocrinologista Pedro Assed, pesquisador do Grupo de Obesidade e Transtornos Alimentares (Gota), no Rio de Janeiro.

A dieta ainda favoreceu muito mais o emagrecimento. Você vai tentar? É melhor reduzir a quantidade gradativamente, como sugere o nutricionista João Motarelli, de São Paulo. Ele elaborou um cardápio em que você consome entre 5 e 10% a menos de carboidrato a cada dia. Se começar na segunda, vai chegar à sexta com um total de 25%. É pouco, e por isso essa medida pode ser mantida no máximo por mais 15 dias. A estimativa de perda de peso em 20 dias é promissora: menos 3 quilos – ou mais, se junto com a dieta você fizer exercício com frequência.

Aliados na luta

E quando o período low carb chegar ao fim? Faça o processo inverso: volte a colocar porções maiores desse nutriente nas suas refeições, mas não tanto quanto antes. “Ainda não há estudos conclusivos, mas os exames clínicos mostram que entre 25 e 40% por dia de carboidrato é suficiente para uma boa manutenção do peso e um menor risco de diabetes”, afirma o nutricionista Luciano Bruno, que apresentou esses números no último Glúten Free, em São Paulo.

Se você pratica exercício, João Motarelli recomenda um pouco mais: até 50%. De qualquer maneira, retome aos poucos, como o nutricionista sugere a seguir, no segundo round. Além disso, fique atenta para selecionar apenas os carboidratos premium – os integrais, que, por serem ricos em fibras, têm entre médio e baixo índice glicêmico (IG). As raízes (batata-doce, inhame, mandioca e cará) também são bem-vindas. “São alimentos absorvidos num ritmo mais lento e, por isso, liberam açúcar no organismo aos poucos, o que evita que o pâncreas produza grandes quantidades de insulina, o hormônio armazenador de gordura”, comenta Pedro Assed. Então esqueça o açúcar branco, com IG alto. Se for impossível você se abster desse ingrediente, faça escolhas um pouco melhores, como o açúcar de coco, e sempre em doses pequenas.

ROUND 1
Entre segunda e sexta-feira, você corta mais da metade do carbo do cardápio sem perceber.

DIA 1 (60% DE CARBOIDRATO)
Café da manhã: 1 xíc. (chá) de café ou chá à vontade* + 2 ovos mexidos com pimenta e cúrcuma + 2 rodelas médias de batata-doce cozida.

Lanche da manhã: 1 banana amassada com 1 col. (sopa) de farelo de aveia e 2 col. (chá) de chia + 1 xíc. de chá de gengibre, canela e cravo.

Almoço: salada** – mix de folhas (alface, rúcula), tomate-cereja e sementes de girassol + 3 col. (sopa) de arroz integral + 2 col. (sopa) de feijão + 1 filé médio de frango grelhado + 4 col. (sopa) de quiabo cozido.

Lanche da tarde: 1 mexerica + 2 castanhas-do-pará + Wrap: pão folha com 2 col. (sopa) de atum, cottage, cenoura ralada e alface.

Jantar: 1 pegador de espaguete integral com molho à bolonhesa (carne magra moída).

Ceia: 3 cookies pequenos com fibras + 1 xic. de chá de hibisco.

DIA 2 (50% DE CARBOIDRATO)
Café da manhã: 1 copo (200 ml) de leite vegetal batido com 1 ameixa seca e 1 col. (sopa) de chia (misture 15 minutos antes).

Lanche da manhã: 1 fatia de pão integral com homus e 2 fatias médias de queijo branco light.

Almoço: salada – mix de folhas, cenoura, pepino, tomate e semente de gergelim + 4 col. (sopa) de quinua cozida + 3 col. (sopa) de lentilha + 1 pires de brócolis com azeite e alho + 1 porção média de cação cozido com molho de tomate e cúrcuma.

Lanche da tarde: 1 banana aquecida no micro-ondas com 1 col. (sobremesa) de cacau em pó e chia.

Jantar: muffin – 2 ovos batidos, 3 col. (chá) de farelo de aveia, atum, abobrinha ralada, sal, pimenta, cúrcuma, azeitona (misture e asse em forminhas de cupcake) + 1 pires de legumes (pimentão, cenoura, berinjela, tomate) assados e temperados com azeite extravirgem e orégano.

Ceia: 1 laranja com bagaço.

DIA 3 (40% DE CARBOIDRATO)
Café da manhã: overnight oat – 1 col. (sopa) de whey protein de baunilha com 1/2 pote de iogurte natural desnatado, 3 morangos, 1 col. (sopa) de farelo de aveia e 5 amêndoas (misture os ingredientes na noite anterior e deixe na geladeira).

Lanche da manhã: 1 xíc. (chá) de casca de laranja com gengibre + 2 grissinis integrais com linhaça.

Almoço: salada – mix de folhas, broto de feijão, repolho roxo, edamame (soja verde) e amêndoa em lâminas com 3 col. (sopa) de vinagrete + 2 fatias médias de abóbora assada + 1 filé (médio) de carne magra grelhada.

Lanche da tarde: 1 copo (200 ml) de iogurte natural desnatado batido com 3 morangos e 2 castanhas-do-pará picadas.

Jantar: 1 pires (chá) de abobrinha e tomate em rodelas assados com 1 fio de azeite, gotas de limão e laranja e pouco sal + 1 filé médio de frango empanado com aveia e assado + espinafre refogado com cubos de queijo branco.

Ceia: 2 col. (sopa) de abacate com cacau (1 fio de mel, se necessário).

DIA 4 (30% DE CARBOIDRATO)
Café da manhã: mingau de aveia – 1 ½ col. (sopa) de farelo de aveia cozida em 1 copo (150 ml) de leite sem lactose (ou leite vegetal), canela e 1 col. (chá) de açúcar de coco.

Lanche da manhã: smoothie – 1 copo (200 ml) de iogurte natural desnatado batido com 1 col. (sopa) de whey protein de baunilha, 1 col. (sopa) de farelo de aveia e canela em pó.

Almoço: salada – mix de folhas, brócolis, ervilha, tomate-cereja e semente de chia + 1 rodela média de batata-doce cozida + 1 posta média de salmão assado lanche da tarde + 5 biscoitos de arroz com uma camada fina de pasta de amendoim sem açúcar.

Jantar: 2 wraps – folha de repolho com carne moída magra, cottage e cenoura ralada 1 pedaço médio de pupunha grelhada.

Ceia: 1 fatia fina de melão (ou 1 maracujá).

DIA 5 (25% DE CARBOIDRATO)
Café da manhã: 2 ovos mexidos.

Lanche da manhã: shake – 1/4 de abacate batido com água de coco, limão e 1 fio de mel (opcional).

Almoço: salada – mix de folhas com sementes de chia, gergelim e girassol sem a casca + 1 filé médio de peixe assado + 1 pires de chuchu cozido e temperado com 1 fio de azeite extravirgem e ervas.

Lanche da tarde: shake – 1 copo (200 ml) de leite desnatado batido com 1 col. (sopa) de whey protein de baunilha e 2 castanhas.

Jantar: 1 tomate recheado com ricota assado + 3 pegadores de espaguete de abobrinha com molho à bolonhesa (carne magra).

Ceia: 1 col. (sopa) de semente de abóbora.

ROUND 2
Depois de emagrecer, aumente o carbo para 50%. Fica mais fácil manter a vitória na balança!

DIA 1 (30% DE CARBOIDRATO)
Café da manhã: 2 ovos mexidos com queijo branco light + 1 copo (200 ml) de água de coco batida com couve, maçã, limão e gengibre lanche da manhã + smoothie – 1 pote de iogurte natural desnatado batido com 1 col. (sopa) de whey protein de chocolate e 1 col. (sopa) de farelo de aveia, canela e gelo a gosto.

Almoço: salada – mix de folhas, brócolis, ervilha, 1 ovo, tomate, mussarela de búfala e chia + 1 col. (sopa) de arroz integral + 1/2 abobrinha recheada com carne moída.

Lanche da tarde: 1 fatia média de pão sueco com 1 col. (sopa) de guacamole (abacate, tomate, pepino, cebola, coentro).

Jantar: 1 prato (sobremesa) de brócolis, couve-flor e vagem com alho e azeite + 2 fatias de abóbora assada com ervas + 3 col. (sopa) de carne magra moída e mussarela de búfala.

Ceia: 1 fatia de melancia (ou 1 kiwi).

DIA 2 (35% DE CARBOIDRATO)
Café da manhã: 1 copo (200 ml) de iogurte batido 0% gordura com 2 amêndoas picadas e 1 col. (sopa) de farelo de aveia.

Lanche da manhã: 1 xíc. de chá de hibisco com gengibre + 1 fatia de mamão polvilhada com chia.

Almoço: salada – mix de folhas, broto de feijão e vinagrete (tomate, cebola, azeite e limão) + 2 col. (sopa) de arroz 7 grãos + 1 filé (médio) de carne magra grelhada.

Lanche da tarde: 1 torrada integral com cottage e chia.

Jantar: 1 pires de abobrinha, berinjela, tomate e cebola assados + 1 filé médio de frango empanado com aveia em flocos e assado + 1 pires de espinafre com queijo branco.

Ceia: 2 col. (sopa) de abacate com cacau.

DIA 3 (40% DE CARBOIDRATO)
Café da manhã: 1 xíc. de café com leite vegetal + 2 torradas integrais com cottage e geleia sem açúcar.

Lanche da manhã: 2 col. (sopa) de mix de nuts (amêndoa, caju, castanha-do-pará) + 1 xíc. de chá de canela com gengibre.

Almoço: salada – mix de folhas, cenoura e pepino + 4 col. (sopa) de cuscuz marroquino + 2 col. (sopa) de ervilha-torta no vapor + 1 filé médio de truta com amêndoas.

Lanche da tarde: 1 pote de iogurte natural desnatado batido com 1 fatia média de papaia e chia + 1/2 fatia de pão sírio 100% integral com patê de atum (atum, cottage e ervas).

Jantar: Salada – mix de folhas e tomate-cereja + muffin: 2 ovos batidos com 2 col. (chá) de farelo de aveia, abobrinha, azeitona, atum e sal (asse em fôrmas de cupcake).

Ceia: 1 xíc. de chá de hibisco com gengibre.

DIA 4 (45% DE CARBOIDRATO)
Café da manhã: omelete doce – 1 ovo batido com 1 banana amassada e 2 col. (chá) de farelo de aveia + 3 biscoitos de arroz com cottage e azeite.

Lanche da manhã: 1 pote de iogurte natural desnatado com 2 amêndoas e 3 morangos picados.

Almoço: salada – mix de folhas com queijo branco em cubos e linhaça dourada + 4 col. (sopa) de grão-de-bico com cebola roxa e tomate picados + 1 filé de frango grelhado.

Lanche da tarde: shake de whey.

Jantar: 1 porção de salmão no papelote + 2 tomates recheados com ricota e ervas.

Ceia: 1 fatia de abacaxi com raspas de limão.

DIA 5 (50% DE CARBOIDRATO)
Café da manhã: 2 ovos mexidos com pimenta, cúrcuma e pouco sal + 2 rodelas médias de batata-doce cozida.

Lanche da manhã: 1 pote de iogurte sem lactose de morango e chia + 1 cookie rico em fibras.

Almoço: salada – repolho, tomate-cereja e cebola + 3 col. (sopa) de arroz integral + 2 col. (sopa) de feijão + 1 filé de frango em cubos com gergelim + 1 pires de berinjela refogada com cebola.

Lanche da tarde: 1 fruta (mexerica, kiwi, goiaba) + 2 pedaços médios de pão sueco com patê de atum.

Jantar: 1 col. (de servir) de ravióli integral ao sugo com mussarela de búfala.

Ceia: 2 torradas integrais com pasta de amendoim.

FONTE

http://boaforma.abril.com.br/dieta/nova-dieta-low-carb-reduza-o-carboidrato-por-um-tempo-e-depois-volte-a-comer-pao-sem-engordar/

terça-feira, 18 de outubro de 2016

vitamina C


O açúcar refinado, a farinha branca e o óleo sempre encabeçam a lista de alimentos que engordam. No entanto, recentes descobertas científicas revelam que a carência de vitamina C (ou ácido ascórbico) no organismo também favorece o acúmulo de gordura, especialmente a abdominal. Segundo a nutróloga Carol Johnston, o poder é da carnitina, uma molécula produzida pelo corpo que tem a função de combater o acúmulo de gordura, colocando-a dentro das células para que seja utilizada na produção de energia. O grande porém da história é que tal substância só consegue ser sintetizada pela vitamina C... Entendeu, o tamanho da importância de manter o estoque ideal do nutriente no organismo?

Inimigos ocultos

O colágeno e o ferro também utilizam a vitamina C na sintetização. Isso significa maior consumo do ácido ascórbico. “O problema é que se ele anda escasso no corpo, torna-se insuficiente para esse trabalho, atrapalhando o bom funcionamento do metabolismo”, diz Debora Almeida, nutricionista da rede de academias Contours (SP).

O estresse é outro “vilão” que consome a vitamina, diminuindo a sua quantidade. Explicando: o estado de alerta em que ficamos nos momentos de tensão libera o hormônio cortisol. Para se defender dele, as glândulas suprarrenais (que ficam logo acima dos rins) absorvem grandes quantidade de vitamina C. Mais: segundo o médico Mehmet Oz, pesquisador da Universidade de Columbia (EUA), essas glândulas secretam o cortisol diretamente para a gordura abdominal, aumentando o depósito de lipídeos ali. Estudos mostram que o hormônio do estresse ainda eleva os níveis de insulina no sangue, favorecendo o acréscimo de gordura, sobretudo, na barriga.

O cortisol dificulta o crescimento de massa magra (que mantém o metabolismo acelerado, queimando calorias) e também dispara a vontade de comer. “O hormônio provoca uma frequente sensação de fome como uma maneira de compensar o desgaste que o corpo sofre com o stress”, completa a nutricionista Maristela Strufaldi, da Universidade de São Paulo (USP).

Acerte a dose
Nosso corpo não produz vitamina C – ele a assimila a partir da ingestão de alimentos ricos no nutriente ou de suplementos orais (pílulas indicadas por um médico, se necessário). A melhor maneira de mantê-la em alta é comer, diariamente, em todas as refeições, itens com grandes quantidades de ácido ascórbico. Comece o dia com um suco de laranja, coma uma goiaba após o almoço e encha o prato de vegetais, como brócolis e couve, no jantar. De quebra, prevenirá problemas de coração, lesões na gengiva, tumores e outros males do envelhecimento, além de ficar menos suscetível a infecções. 


Menu vitaminado

Café da manhã
• 2 fatias de pão integral com margarina light (ponta da faca)
• 1 xíc. (chá) de leite desnatado com café e adoçante • 1/2 mamão papaia

Lanche da manhã
• 1 garrafinha (180 ml) de iogurte de morango light • 5 amêndoas

Almoço
• 4 colheres (sopa) de arroz branco
• 1/2 concha de feijão
• 1 filé médio de frango grelhado
• 3 col. (sopa) de chuchu refogado
• 1 prato de sobremesa com alface, tomate e cenoura
• 1 col. (sobremesa) de azeite para regar
• 1 laranja

Lanche da tarde
• 3 biscoitos água e sal • 1 col. (sopa) requeijão light
• 1 copo (200 ml) de água de coco

Jantar
• 3 colheres (sopa) de arroz integral
• 1 bife pequeno de carne bovina
• 3 col. (sopa) de abobrinha refogada
• 1 prato de sobremesa com alface e tomate
• 1 col. (sobremesa) de azeite para regar a salada
• 1 mexerica


A vitamina C, cujo nome técnico é ácido ascórbico, é uma vitamina hidrossolúvel, ou seja, é solúvel em água. A substância foi descoberta em 1932 pelo cientista e bioquímico húngaro Albert Szent-Gyöygyi. Ela não pode ser sintetizada pelos seres humanos, sendo assim, a única maneira de obtê-la é pela alimentação.

Após ser ingerida, a vitamina C participa de diversas ações bioquímicas vitais para o organismo. Ela melhora o sistema imunológico, a pele, o humor e evita problemas oftalmológicos e derrames. O nutriente também conta com forte ação antioxidante, combatendo os radicais livres.

Este nutriente pode ser obtido especialmente em algumas frutas, como a laranja, goji berry, acerola, kiwi e goiaba, e verduras, como a couve e o brócolis.

Benefícios comprovados da vitamina C

Melhora a imunidade: A vitamina C aumenta a produção de glóbulos brancos, células que fazem parte do sistema imunológico e que tem a função de combater microorganismo e estruturas estranhas ao corpo. O nutriente também aumenta os níveis de anticorpos no organismo. Assim, o nutriente ajuda a fortalecer o sistema imunológico, deixando nosso corpo menos suscetível a doenças.

Um estudo publicado no Annals of Nutrition & Metabolism observou que a vitamina C de fato melhora o sistema imunológico. Outras pesquisas também observaram os mesmos resultados.

Evita o envelhecimento da pele: A vitamina C evita o envelhecimento da pele por ser essencial para a produção natural de colágeno pelo organismo. O colágeno é uma proteína que proporciona sustentação e firmeza para a pele. Além disso, a vitamina C tem ação antioxidante, ou seja, neutraliza os radicais livres, protegendo a pele contra a degradação de colágeno.

Uma pesquisa publicada no Archives of Otolaryngology - Head com 19 voluntários observou que o uso tópico de vitamina C diminui os danos na pele causados pelo sol.

Proporciona resistência aos ossos: Isto ocorre porque a vitamina C é necessária para a produção de colágeno. Esta proteína além de ser benéfica para a pele, também proporciona resistência aos ossos, dentes, tendões e paredes dos vasos sanguíneos.

Melhora a absorção de ferro: A vitamina C aumenta a biodisponibilidade de ferro não-heme, aquele de origem vegetal, no organismo. O ferro é importante para prevenir a anemia ferroriva que causa um estado de desânimo, lentidão de raciocínio, falta de foco e sonolência acentuada. Em crianças a ausência do nutriente pode causar o retardo do desenvolvimento cognitivo.

Evita problemas de visão: A vitamina C contribui para prevenir problemas de visão em decorrência do envelhecimento. Isto porque o nutriente é um dos fatores para a prevenção da degeneração da mácula, parte da retina responsável pela percepção de detalhes. Outros nutrientes que evitam o problema são betacarotenos, vitamina E, zinco e cobre.

Uma pesquisa publicada no The American Journal of Clinical Nutrition feita com 3654 pessoas observou que consumir boas quantidades de vitamina C ajuda a prevenir o desenvolvimento da catarata.

Previne derrames: A vitamina C mantém as concentrações de colágeno e elastina, que em boas quantidades evitam a ruptura de coágulos e a formação de placas nas artérias. A ação antioxidante do nutriente também ajuda indiretamente, pois mantém a ação de óxido nítrico, substância que faz com que as artérias e veias fiquem relaxadas.

Ação antioxidante: A vitamina C é um poderoso antioxidante que combate os radicais e assim diminui os riscos de diversas doenças, entre elas o câncer e processos degenerativos associados com a idade.

Previne e melhora gripes e resfriados: Alguns estudos já apontaram que a suplementação constante de vitamina C provoca redução na duração dos sintomas do resfriado. Afinal, quando o sistema imunológico está debilitado, como em situações de gripes ou resfriados, a quantidade de vitamina C está menor e é importante fazer a reposição do nutriente.

O ideal é que a pessoa tenha sempre níveis de vitamina C adequados, assim o sistema imunológico fica fortalecido e os riscos de contrair doenças, como a gripe e o resfriado diminuem.

Um estudo da Universidade de Helsinki na Finlândia revidou outras 23 pesquisas sobre a vitamina C que envolveram mais de 6.000 pessoas no total. O levantamento concluiu que boas quantidades do nutriente no organismo fazem com que a pessoa fique resfriada por menos tempo e com os sintomas atenuados.

Benefícios em estudo da vitamina C

Diminui o estresse: A vitamina C ajuda a diminuir os quadros de estresse. Isto porque o nutriente é essencial para a produção de hormônios de resposta ao estresse como o cortisol, histamina e norepinefrina.


A laranja é uma boa fonte de vitamina C

Um estudo publicado no International Journal of Sports Medicine feito com 45 maratonistas observou que a suplementação com vitamina C ajudou a reduzir os níveis de cortisol no organismo dos atletas. Já pesquisadores da Universidade do Alabama realizaram estudos com animais e observaram que nestes casos a vitamina C contribuiu para a diminuição do estresse.

Melhora o humor: A vitamina C contribui para a melhora do humor. O benefício ocorre porque este nutriente é essencial para a produção de neurotransmissores como a serotonina, adrenalina, noradrenalina e dopamina, todos eles regulam o nosso humor.

Contribui para a queima de gorduras: A vitamina C é importante para a produção de carnitina, substância responsável pelo transporte de gorduras para serem queimadas e transformadas em energia.

Deficiência de vitamina C

Um dos problemas de saúde ocasionados pela falta de vitamina C é o sistema imunológico enfraquecido, que é caracterizado por gripes e resfriados frequentes. Outra complicação é o escorbuto, doença que provoca problemas nas articulações, inchaço, inflamações nas gengivas, perdas dos dentes, hemorragias, feriadas que não cicatrizam e sistema imunológico deteriorado, podendo em casos extremos levar até a morte.

Quando consumida nas quantidades orientadas a vitamina C não interage com outras substâncias.

Efeitos colaterais

Ao ser ingerida nas quantidades recomendadas a vitamina C não tem efeitos colaterais.
Combinações da vitamina C

Vitamina C + ferro: A presença da vitamina C melhora a absorção de ferro no organismo. Isto porque o nutriente leva à mudança do estado de oxidação do ferro, de íon férrico para íon ferroso, tornando a absorção dele mais fácil. Além disso, a vitamina C influencia no transporte e no armazenamento do ferro no organismo.

Fonte de vitamina C

As frutas e vegetais são as melhores fontes de vitamina C. Sendo que as mais ricas no nutriente são a camu-camu (fruta da Amazônia) e acerola. Além disso, o nutriente também está presente na goiaba, kiwi, morango, laranja, goji berry, cranberry e caju e em vegetais como o pimentão, o brócolis e a couve de Bruxelas.


O goji berry é a maior fonte conhecida de vitamina C

Confira o quanto consumir de cada um desses alimentos para obter as quantidades necessárias do nutriente, 90 mg de acordo com o Recommended Dietary Allowances do Governo dos Estados Unidos:

Laranja: 1 unidade e meia
Goiaba: meia unidade
Acerola: uma unidade
Pimentão vermelho: 1 unidade pequena ou 1 terço de xícara picada
Kiwi: 1 unidade e meia
Brócolis cozido: 1 xícara
Morango: 15 unidades médias
Tangerina: 2 unidades
Goji berry: 45 gramas

Fonte: Tabela do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.

Os alimentos ricos em vitamina C devem ser consumidos preferencialmente crus, frescos e caso vá cortá-los faça isto na hora. Isto porque o nutriente oxida com facilidade quando entra em contato com o ar. Porém, após serem cozidos os vegetais ainda contém a vitamina C, apesar de em quantidade menores. A melhor maneira de cozinha-lo é no vapor, pois quando ele é cozido na água a perda do nutriente é maior.

Quantidade recomendada de vitamina C

De acordo com o Institute of Medicine a orientação do consumo de vitamina C por faixa etária e gênero é:
-7 a 12 meses: 50 mg
-1 a 3 anos: 15 mg
-4 a 8 anos: 25 mg
-9 a 13 anos: 45 mg
-Mulheres de 14 a 18 anos: 65 mg
-Homens de 14 a 18 anos: 75 mg
-Mulheres a partir de 19 anos: 75 mg
-Homens a partir de 19 anos: 90 mg
-Grávidas menores de 18 anos: 80 mg
-Grávidas maiores de 18 anos: 85 mg
-Lactantes menores de 18 anos: 115 mg
-Lactantes maiores de 18 anos: 120 mg

O uso do suplemento de vitamina C

A suplementação de vitamina C é recomendada quando a deficiência do nutriente é identificada e não é possível supri-la com a alimentação. Esta suplementação deve ser recomendada após a avaliação de um nutricionista ou médico e precisa ser acompanhada por este profissional.

A vitamina C é encontrada principalmente em frutas, verduras e legumes. Caso a pessoa não ingira esses alimentos é importante que ela busque a orientação de um médico ou nutricionista, pois é possível que ela necessite de suplementação.

Riscos do consumo em excesso de vitamina C

Para que ocorram problemas com a vitamina C é preciso ingerir quantidades superiores a 1 grama por dia por um longo período. Chegar a esses valores por meio da alimentação é muito difícil, portanto o principal problema dos excessos são os suplementos.

Alguns especialistas da saúde defendem que o excesso da vitamina C pode sobrecarregar os rins e assim aumentar as chances da pessoa desenvolver cálculos renais. Outros profissionais acreditam que este problema não ocorre.

FONTE

http://www.minhavida.com.br/alimentacao/tudo-sobre/17559-vitamina-c-melhora-a-imunidade-e-diminui-o-estresse

http://anamaria.uol.com.br/noticias/dieta/vitamina-c-elimina-ate-6-kg-em-10-dias.phtml?cmpid=fb-uolmul#.WAYZJIMrLIU